Franciszek Rejniak
com Jadwiga Grędziszewska
Mazóvia, Polônia
Pais de Jan no ato de nascimento de 1810.
Da Mazóvia a Santa Catarina
Uma árvore documental em construção — feita para reunir atos antigos, memórias e as pistas que conectam Rejniak, Reinjak, Rainijak e Ranijak.
6
gerações na linha direta
1810
primeiro ato localizado
11
registros em destaque
4
grafias principais
Linha direta
A linha de descendência que a pesquisa consegue sustentar hoje, com o grau de certeza visível em cada geração.
Franciszek Rejniak
com Jadwiga Grędziszewska
Mazóvia, Polônia
Pais de Jan no ato de nascimento de 1810.
Jan Rejniak
com Paulina Ciesielska
Wyszyny / Wiśniewo, Polônia
Nascimento em 1810 e casamento em 1862 localizados. Era viúvo de Barbara Plewka, com quem casara em 1830; Barbara morreu em Wiśniewo no mesmo ano do segundo casamento.
Wojciech Rejniak
Albert · Alberto · Adalberto
com Helena Annusek
Polônia → Santa Catarina
A identidade Wojciech/Albert é sustentada pela repetição dos pais Jan/João e Paulina.
José Reinjak
com Josepha Paulina Kanczewska
Santa Catarina
Óbito e casamento religioso preservados.
Ladislau Ranijak
com Anita Schnaider
Jaraguá do Sul, SC
Sapateiro, morava na Rua Quintino Bocaiúva. O casamento civil de 26/04/1952 está confirmado pelo óbito de Anita; o edital de 1979, que a chama de viúva, situa a morte dele entre 1952 e novembro de 1979.
Jussara Anita Ranijak
Jaraguá do Sul, SC
Jaraguá do Sul, SC
Filha de Ladislau Ranijak e Anita Schnaider; geração mais recente exibida neste arquivo.
Família de Wojciech e Helena
Os nomes abaixo ampliam as rotas de pesquisa. As datas vêm da árvore e dos registros reunidos; os ramos ainda precisam de revisão individual.
Leonora Reinjak
filho(a) nº 1
Jan Reinjak
filho(a) nº 2
Wladislawa Reinjak
filho(a) nº 3
Estanislao Reinjak
filho(a) nº 4
José Reinjak
filho(a) nº 5
Leonardo Reinjak
filho(a) nº 6
Sophia Reinjak
filho(a) nº 7
Antônio Reinjak
filho(a) nº 8
Victor Reinjak
filho(a) nº 9
Estefano Reiniack
filho(a) nº 10
Francisco Rejniak
filho(a) nº 11
Francisca Reinjak
filho(a) nº 12
Documento decisivo
O ato de 1869, localizado em Wyszyny, liga Wojciech a Jan Rejniak e Paulina Ciesielska. Décadas depois, documentos brasileiros retomam os mesmos pais para Albert.
Geografia
Toda a vida polonesa documentada cabe num triângulo de 6 km. Toda a vida catarinense cabe num raio de 50 km. Entre uma e outra, 11.118 km de oceano. Cada ponto abaixo abre os registros que o citam.
Como ler
O tamanho do círculo acompanha quantos registros do acervo citam o lugar.
Wiśniewo é onde a família morava; Wyszyny Kościelne é onde o padre escrevia. Os atos trazem sempre os dois nomes, e são lugares diferentes a 3,3 km um do outro.
Acervo documental
Cada item explica o que o documento prova e onde ainda existe contradição.
Linha do tempo
1810
Primeiro documento localizado na linha direta.
1862
O casal forma a ponte para a geração de Wojciech.
1869
Ato polonês confirma Jan e Paulina como pais.
Polônia1892
A família já está em Santa Catarina.
Brasil1899
A linha brasileira Reinjak/Ranijak se consolida.
1952
Proclamas publicados em Jaraguá do Sul.
1996
O ato confirma o casamento civil de 1952 e nomeia nove filhos.
Como ler a pesquisa
Uma árvore honesta não esconde lacunas. Ela permite que a próxima descoberta seja compreendida no contexto certo.
Muito provavelmente. O ato polonês traz Jan e Paulina; o casamento brasileiro de Albert traz João e Paulina; o óbito da filha Sophia chama o pai de Wojciech. Ainda buscamos um documento que reúna as duas formas do nome.
O ato de casamento de 1862 é claro: Paulina Ciesielska, nascida em Cracóvia, filha de Marianna Ciesielska. Mas os oito registros de nascimento dos filhos, todos na mesma aldeia, alternam o sobrenome da mãe — Ciesielska em 1863, Manigorska em 1866, Malinowska em 1868, 1869, 1872 e 1874, Kanigowska em 1877 e 1880. Não existe outro casamento de Jan com uma Paulina no período, então quase certamente é a mesma mulher. Prevalece o nome do próprio ato de casamento; as outras grafias ficam registradas, não apagadas.
A árvore informa 12 de setembro de 1929, em Blumenau, mas o ato não foi localizado. A pista mais promissora é o livro de óbitos de Guaramirim entre 1919 e fevereiro de 1931; ele estava vivo em Massaranduba no fim de 1928.
O óbito de Estanislau diz Blumenau; o de José diz Polônia. Como ambos foram declarados por terceiros, a contradição permanece. O conjunto genealógico favorece a origem polonesa, mas o registro de óbito ou imigração de Albert seria decisivo.
Um arquivo vivo
Compare nomes, datas e lugares com este acervo. Uma pequena anotação no verso de uma foto pode resolver uma dúvida de quase cem anos.